terça-feira, 27 de setembro de 2016

Vanderly emite nota de repúdio contra mais um ato desesperado do grupo 27 de Anapurus


Meus companheiros e minhas companheiras, nesses últimos dias de campanha já é notório o desejo do povo por mudança. Os tempos são outros. Todos nós do grupo 45 estamos convictos de que estamos no caminho certo. E, ao que parece, o grupo do governo também já percebeu que o povo anseia por novos horizontes. Nessa caminhada, tivemos que lidar e, muitas vezes, ser indiferentes com as mais variadas formas de trapaças do grupo adversário. São tentativas reiteradas de perpetrar verdadeiros golpes conta o grupo que representa a mudança e que o povo abraçou.

São ofensas das mais variadas formas, externadas por meio de calúnias, difamações e injúrias, subsidiadas por fatos que só ocorrem no imaginário daqueles que querem que Anapurus permaneça no atraso. Condutas levianas e covardes daqueles que nada têm a oferecer de bom. Em um desses ataques mais recentes, planejaram divulgar a mentirosa informação de que eu e meu governo seríamos contra o Bolsa Família, como se não soubéssemos da grande importância que esse programa tem na vida do povo mais carente. Digo-vos: nossa intenção é ampliar o programa e torná-lo acessível àqueles que ainda não são beneficiários. Quão ardilosos eles foram. Mas Deus é com os de bom coração e eles foram desmascaram antes mesmo de pôr o malfadado plano em execução.

Agora, na mais recente investida desesperada do grupo de lá, eles superaram todo o senso de dignidade e humanidade, com mais uma tentativa de golpe, deixando ainda mais às claras seu desespero. Ousaram, pasmem, companheiros, divulgar que eu teria feito uma Representação, perante o Ministérios Público, contendo uma suposta denúncia de que servidores lotados em determinadas localidades (povoados) estariam exercendo suas funções na sede no município. Mais um golpe baixo.

Companheiros, meu discurso jamais teve a perseguição com argumento. E isso é de conhecimento de todos, inclusive deles. Minha mensagem aos servidores públicos dos municípios sempre foi no sentido de permitir e, sobretudo, tornar estável a situação deles. Inclusive nos meus pronunciamentos a proposta transmitida é essa: de que os servidores que já exercem suas funções em lotação diversa da originária sejam estabilizados no posto atual, e de maneira DEFINITIVA. Acredito que isso causaria, acima de tudo, maior segurança jurídica e um conformo emocional e familiar aos funcionários públicos do nosso amado município.

Desafio, portanto, qualquer pessoa do grupo de lá a apresentar provas ou evidências de que eu sou autora de qualquer representação nesse sentido. Se não comprovarem, deverão ser responsabilizados civil e criminalmente por mais essa mentira. Eu acredito na força da atuação do Ministério Público, de modo que não deve ser preocupação minha representação dessa natureza.

Como vemos, companheiros, atitudes sorrateiras como essas só endossam nossa certeza de que até eles já se deram conta da libertação que está por vir. O povo escolheu. O povo abraçou. O povo proclamará a mudança e isso eles não conseguem admitir.


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