quinta-feira, 27 de outubro de 2016

São Bernardo/MA: “Estamos sendo tratados como nada”, afirmam estudantes da UFMA

Campus da UFMA na cidade de São Bernardo. / Foto: Divulgação
SÃO LUÍS – Sem água, sem iluminação externa e sem segurança. Essa é, segundo estudantes, a situação do campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) na cidade de São Bernardo. Vários universitários usaram as redes sociais e o aplicativo WhatsApp, nesta quarta-feira (26), para reclamar da falta de infraestrutura do prédio.
“No campus de São Bernardo-MA, estamos há muitos dias sem água, sem segurança, sem iluminação interna adequada e sem iluminação externa, tornando os alunos alvos fáceis de assaltantes armados. Muitos alunos já foram vítimas. Outra coisa é o estado dos ar-condicionados e estrutura de forro das salas e laboratórios. Muitos têm enormes buracos”, relatam os estudantes.
Ainda de acordo com os discentes, os alunos e os profissionais da instituição estão se sentindo abandonados. “Estamos sendo tratados como nada. Não temos retorno em pautas enviadas pelo diretor do campus e sua administração. Há uma certa displicência por parte dos assessores da reitoria em não comunicar tais problemas que são extremamente graves”, afirmam os discentes.
Veja uma das publicações dos alunos:
Alunos usam as redes sociais para relatar descaso. / Foto: Reprodução/Facebook
Os universitários afirmam que pretendem ocupar o prédio da universidade, nos próximos dias, em protesto contra o descaso.
Discriminação
Outro caso envolvendo a UFMA foi um suposto ato de discriminação relatado pelo Centro Acadêmico de Engenharia de Alimentos de Imperatriz, por meio e nota de repúdio.
Segundo o presidente do Centro Acadêmico, Romário Campos, no último dia 17 de outubro, alguns estudantes foram barrados na porta do Restaurante Universitário do campus São Luís, sendo obrigados a pagar uma taxa R$ 8 (destinada a visitantes), em vez de R$ 1,25, que é o valor pago por alunos da instituição.
Veja a nota de repúdio
Nota emitida pelo Centro Acadêmico de Engenharia de Alimentos de Imperatriz. / Foto: Divulgação
O Imirante.com entrou em contato com a Universidade Federal do Maranhão e aguarda um posicionamento da mesma em relação aos casos relatados pelos estudantes.
Do imirante.com
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