segunda-feira, 14 de novembro de 2016

“Mamãe demorou muito e nem veio nos buscar”, disse no elevador uma das filhas de Mariana, sobrinha-neta de Sarney

Assim que Mariana Costa Araújo, 33 anos, chegou no apartamento no 9º andar de um condomínio na avenida São Luís Rei de França, no Turu, em companhia de Lucas Porto, suas duas filhas que estavam com eles, foram para a piscina. O relógio marcava 15h. Elas saíram da piscina por volta das 18h30, o que chamou a atenção do vizinhos. As duas não ficavam muito tempo sem a presença da mãe. “A mamãe demorou muito e nem veio nos buscar”, disse uma delas, dentro do elevador, na presença de uma moradora do condomínio.
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O rapaz acima, Lucas Porto, é casado com Carolina (na foto também), irmã de Mariana, que foi encontrada desfalecida e estava com o rosto roxo e apresentava sinais de violência e despida. Mariana, na verdade, estava entre a vida e a morte. Levada ao hospital São Domingos, não resistiu e veio a óbito.

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Quando Lucas Porto retornou ao apartamento, as filhas da Mariana estavam na piscina. A polícia, até o momento, não sabe ainda o que aconteceu nos 40 minutos em que o suposto assassino esteve lá. Nas imagens das câmeras internas, ele aparece descendo as escadas e quando chegou ao térreo estava visivelmente nervoso, passando as mãos no rosto muito suado e balançava negativamente a cabeça.
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Lucas Porto ainda retornou ao condomínio com outra roupa e ao ser abordado, caiu em contradição. A Polícia perguntou pela roupa e ele se negou a responder. Quando teve dada a voz de prisão, ele tentou incriminar o marido de Mariana, também empresário, assim como uma vizinha e garantiu que a havia deixado a porta do apartamento aberta.
Na madrugada de hoje, ele foi autuado em flagrante pela Delegacia de Homicídios por causa das inúmeras contradições.
Lucas Porto é de família rica, sendo proprietária do Plantar Center Tower e da Planta Engenharia.
 Do Luis Cardoso
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