Técnica de jiu-jitsu 'salvou' mulher espancada no Rio de Janeiro




Como Elaine Caparroz ficou após ser espancada por quatro horas (Reprodução)
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No último fim de semana, Elaine Caparróz foi espancada durante quatro horas em seu apartamento por Vinícius Batista Serra, que está preso preventivamente. Mas segundo a ex-lutadora Kyra Gracie, ela poderia ter morrido se não tivesse usado uma técnica do jiu-jitsu.

Vinicius dormiu na casa de Elaine de sábado (16) para domingo (17) e alegou ter um “surto psicótico” antes de começar a bater na paisagista.

De acordo com Kyra Gracie, que é tia do filho de Elaine, Vinicius teria tentado aplicar um mata-leão, mas que ela teria se defendido bem.

“Ela acordou sendo socada por ele, porque ele tinha dormido no apartamento dela. Ela pensou que ele tivesse assaltando, inclusive disse que ele poderia levar o que quisesse, mas ele falava ‘eu quero matar você’. Ele queria apertar o pescoço dela”, afirmou Kyra Gracie em entrevista à Revista Tatame. “Ele é um faixa-marrom de Jiu-Jitsu, é um tipo de pessoa que suja a imagem do nosso esporte. Ele queria pegar o pescoço dela, só que ela conseguiu defender com um x no pescoço, quando cruza os braços no pescoço. Ele deu mordidas no corpo dela justamente para força-la a soltar o braço e tentar estrangulamento. Ela sabia que se ele pegasse o pescoço, iria morrer”.

Elaine é mãe do lutador Ryron Gracie, que hoje mora nos Estados Unidos. O jovem de 17 anos abandonou os treinos e voltou para o Brasil para ajudar a mãe, que segue internada no Hospital Casa de Portugal, no Rio de Janeiro.


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