Auxiliar de agente penitenciário é assassinado a tiros em São Luís

Auxiliar de agente penitenciário é assassinado a tiros em São Luís


No início da manhã desta sexta-feira (3), um auxiliar de serviço penitenciário temporário, identificado como Carlos Augusto Correia, de 44 anos, foi assassinado em São Luís.

Segundo informações policiais, Carlos Augusto foi baleado em frente ao Banco do Brasil da Cohab, por volta das 6h. Segundo as primeiras informações, o crime teria sido praticado por dois homens em uma motocicleta.

O auxiliar de agente penitenciário, que era lotado na Unidade Prisional de Ressocialização São Luís 5 (UPSL5), foi baleado na clavícula, braço e coxa esquerdos. Ele ainda foi socorrido e levado ao Hospital de Urgência e Emergência Dr. Clementino Moura (Socorrão II), onde passou por uma cirurgia, mas morreu durante o procedimento.

A polícia ainda não tem informações sobre a motivação do crime nem sobre a autoria. O caso está sendo investigado.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), lamentou a morte do agente e afirmou que está dando assistência à família do auxiliar.
Veja a nota na íntegra:

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) lamenta o assassinato do auxiliar de segurança penitenciária, lotado na Unidade Prisional de Ressocialização São Luís 5 (UPSL5), Carlos Augusto Correa, ocorrida na manhã desta sexta-feira (3). Ele teria sido alvejado com pelo menos cinco tiros nas costas, em frente ao Banco do Brasil, no bairro Cohab, em São Luís. Ainda não se sabe o que motivou o crime. A Seap informa que está dando assistência à família do auxiliar.

Esse é o segundo caso de assassinato de auxiliar de agente penitenciário em São Luís nos últimos cinco dias. O primeiro caso foi no dia 29 de dezembro de 2019, quando o auxiliar Antônio Magno Reis Duarte foi executado a tiros na porta de casa, na Vila Mauro Fecury II, em São Luís.

Ainda não se tem informações se essas mortes estão relacionadas com o cargo que as vítimas exerciam no sistema prisional. O Imirante.com entrou em contato com a Polícia Civil do Maranhão, a qual afirmou que "neste momento, não vai divulgar informações para não atrapalhar o andamento das investigações."

do Imirante.com

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