LIVRES | Ronaldinho e Assis admitem erro, mas ficam livres de acusação pelo Ministério Público do Paraguai

Promotoria decide não acusar ex-jogador, e caso dos brasileiros irá para Juizado Penal de Garantias do país. MP pede prisão preventiva do empresário Wilmondes Sousa Lira

Ronaldinho e o irmão Assis deixam a Promotoria contra o Crime Organizado após prestarem depoimento nesta quinta — Foto: Jorge Adorno/Reuters
Ronaldinho e o irmão Assis deixam a Promotoria contra o Crime Organizado após prestarem depoimento nesta quinta — Foto: Jorge Adorno/Reuters

Por GloboEsporte.com — Assunção, Paraguai

O Ministério Público do Paraguai decidiu não acusar Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Assis, pelo uso de documentos falsos no país. A informação foi publicada pelo jornal “ABC Color” e confirmada ao GloboEsporte.com pela assessoria de imprensa da entidade. Os brasileiros admitiram erro e ficaram livres do processo. O MP considerou que ambos “foram enganados em sua boa fé”.

A promotoria decidiu usar o “critério de oportunidade”, recurso no Código Penal paraguaio que deixa livre de processo Ronaldinho e seu irmão. Ele é usado quando os suspeitos admitem o delito e não têm antecedentes criminais no Paraguai. O caso, no entanto, irá ao Juizado Penal de Garantias do país. O promotor Federico Delfino comentou a decisão ao jornal “ABC Color”.

“O senhor Ronaldo Assis Moreira, mais conhecido como Ronaldinho, aportou vários dados relevantes para a investigação e atendendo a isso, foram beneficiados com uma saída processual que estará a cargo do Juizado Penal de Garantias”, afirmou o promotor.


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